måndag 20 oktober 2014

Inför valet, del 2

Ännu en intervju med João Pedro Stédile där han förklarar varför de sociala rörelserna i Brasilien stöttar Dilma. Folk vill ha en förändring men den får man inte med Aécio Neves som bara skulle betyda en tillbakagång och en katastrof för folket. Han talar om att den nya kongressen är mer konservativ, vilket beror på att 117 företag satsade 12 biljarder (SEK) för att deras kandidater skulle vinna. Detta är ännu ett skäl till att välja en  ny konstituerande församling för att genomföra en politisk reform, som Dilma men inte Aécio vill

Dezenas de movimentos sociais urbanos e rurais do país discutem desde o ano passado o posicionamento frente às eleições presidenciais. Neste segundo turno, apesar de apontarem os limites do projeto neodesenvolvimentista dos governos
do PT, decidiram de forma conjunta o apoio à candidata à reeleição, Dilma Roussef
(PT). Nesta entrevista, João Pedro Stédile, da coordenação nacional do Movimento
dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da Via Campesina, explica os motivos
para o apoio, analisa o que pode significar para o país o retorno ao neoliberalismo
e aponta como um segundo governo Dilma poderia avançar em mudanças.

Brasil de Fato - Este segundo turno se dá entre dois projetos: o neoliberalismo, representando na candidatura de Aécio Neves,  e o neodesenvolvimentismo,
na candidatura Dilma. O que significaria para o país o retorno ao neoliberalismo?

João Pedro Stédile - Se o Aécio ganhasse seria uma tragédia para a imensa maioria do povo. Na economia seria a hegemonia do capital financeiro, das empresas transnacionais e do agronegócio. Nas políticas sociais seria a volta da prática de que o mercado é que resolve, a volta do Estado mínimo, como foi nos governos de FHC e no governo Aécio em Minas. Viria assim uma desvalorização dos salários e das conquistas, além de um controle direto da direita no poder judiciário e na mídia, aumentando a repressão sobre os movimentos sociais. Na política externa, seria o realinhamento subordinado aos Estados Unidos e o desmantelamento do Mercosul, da Unasul e Celac. Nessas circunstâncias, se geraria um período de muitos confrontos,
de muita instabilidade. Por isso não há menor dúvida, para defender os interesses
da classe trabalhadora, é preciso derrotar a candidatura Aécio Neves. 

Há um desejo difuso por mudanças, do qual a candidatura do PSDB tem tentado se apropriar. Como um segundo governo de Dilma poderia abarcar essas mudanças?

O povo quer mudanças, mas mudanças para melhorar de vida. Mudanças para que o Estado assuma com maior determinação a solução dos problemas do povo. Nós temos ainda muitos desafios, como a universalização do acesso dos jovens à universidade. Os governos Lula e Dilma dobraram o acesso de 6 para 15% da população jovem, porém é preciso pensar nos outros 85%. Há ainda 8 milhões de déficit de moradias dignas. Falta reforma agrária, falta educação de qualidade e valorização dos professores do ensino médio. Queremos a redução da jornada de trabalho para 40 horas. E é preciso retomar a industrialização do país, única forma de aumentar os bens e criar mais empregos de qualidade.

São feitas muitas críticas  aos 12 anos do governo do PT, por não enfrentar reformas estruturais, inclusive a reforma agrária. Quais os principais limites desse projeto neodesenvolvimentista levado a cabo por Lula e Dilma?

Os principais limites do neodesenvolvimentismo é que ele era um programa para que todos ganhassem. Mas os bancos, as construtoras e o agronegócio foram os que mais ganharam. A dependência da economia ao capital internacional impediu que o governo tivesse forças para controlar a taxa de juros e a taxa de câmbio e fizesse uma reforma tributária para que as grandes fortunas e os ricos pagassem a conta. Um governo de composição de classes até pode dar certo eleitoral e politicamente, mas
não consegue ter forças para fazer as reformas estruturais, nas quais as classes
proprietárias percam parte de seus privilégios. E foi isso que aconteceu. Diante do
impasse, parte da burguesia que antes estava no governo já caiu fora. Por isso, uma vitória de Dilma para um segundo mandato representaria uma nova coalizão de
forças sociais, mais de centro-esquerda, que pode exigir mudanças que resolvam
os problemas do povo.

O Congresso eleito é ainda mais conservador que o anterior. O que isso significa para o avanço das pautas mais populares? 

O novo Congresso foi resultado daquilo que chamamos de sequestro da democracia brasileira por 117 empresas, que gastaram R$ 4 bilhões para financiar seus candidatos e os elegeram. Daí a crise de representação de todos os partidos, pois agora os eleitos devem mais obrigação aos seus financiadores do que às siglas. O que aparece no Congresso é o espelho de uma crise política e ideológica maior, que afeta a atividade política e a democracia. 

Dilma sinalizou que apoia a convocação de uma Assembleia Constituinte para a reforma do sistema político. Como essa reforma pode melhorar a vida do povo?

É preciso colocar em primeiro lugar a reforma política que vai mexer em todo o  sistema, e não apenas no financiamento das campanhas ou das listas de candidatos. Vai mexer também no Congresso, no judiciário e nos meios de comunicação. O caminho para isso é necessariamente uma assembleia constituinte, que teria que ser aprovada por meio de um plebiscito legal. Paralelamente, devemos incentivar,  estimular e seguir colocando o máximo de energias na luta social. Porque somente conquistaremos a assembleia constituinte, somente conseguiremos implementar as reformas estruturais, se houver um novo período de reascenso do movimento de
massas em todo o país. Portanto, teremos uma intensa luta política nos próximos
quatro anos. 

lördag 4 oktober 2014

João Pedro Stedile om bvalet

MST:s ledare beskriver Lula och Dilmas regeringar som viktiga för att hålla tillbaka nyliberalismen i Brasilien och LA, men de har nu svårt att fortsätta sitt arbete om de inte förnyar sitt projekt. Aceio neves är klart högerns och de dominande klasseranas kandidat. Marina Silva framträdde ett tag som förra årets protesters kandidat. Men hon har ingen verklig folkrörelsebakgrund och har nu bakom sig en mycket bred koaltion. Hon har ingen klar politisk vision och en del av hennes stöd ligger klart till höger. Hon verkar nu ha förlorat ungdomens förtroende. JP tror inte hon har chans att vinna. Han kommer att rösta på PT:s kandidater

Han talar också gpott om den nye påven som stödjer de sociala rörelserna. USA hoppas Dilma skall förlora

Lennart
“Dilma deberá optar por cambios profundos”


 Por Darío Pignotti
Desde Brasilia
João Pedro Stédile, dirigente histórico del Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra, plantea que los gobiernos de Dilma Rousseff, candidata a la reelección, y Luiz Inácio Lula da Silva “fueron importantes para contener al neoliberalismo” a fuerza de redistribuir un Estado jibarizado en la década del ’90. Para el referente del mayor movimiento social brasileño, la opositora Marina Silva, que irrumpió en la campaña como favorita hace dos meses, dilapidó sus chances de imponerse en los comicios presidenciales en los que Dilma se perfila como favorita.
Una encuesta de Datafolha publicada ayer por la noche indica que la mandataria tiene el 40 por ciento de las intenciones de voto contra el 24 de la ambientalista Silva y el 21 de Aécio Neves, del Partido de la Socialdemocracia Brasileña. Si la candidata del Partido de los Trabajadores venciera este domingo, o en el ballottage del 26 de octubre, se verá obligada a revisar la alianza en la que se apoyó para gobernar y aplicar un modelo “neodesarrollista”, observó el economista Stédile en diálogo con Página/12.
–¿En estas elecciones se somete a votación la gestión de Dilma o lo hecho en los tres gobiernos petistas?
–Los gobiernos de Lula y Dilma fueron el resultado de una amplia coalición de fuerzas sociales y políticas, con todas las clases, las burguesías financiera e industrial, el agronegocio, la clase media, los trabajadores, los campesinos y los brasileños más pobres. Fueron gobiernos importantes para contener al neoliberalismo, permitieron llevar adelante un programa neodesarrollista, basado en el trípode compuesto por la revalorización del papel del Estado, del crecimiento de la economía basado en la actividad industrial y la redistribución de la renta. Esos gobiernos de composición de clases llevaron adelante un programa que ya no es viable, aquel pacto se rompió y parte de la burguesía apoya a la oposición. Luego de doce años de gobiernos petistas no existen condiciones objetivas, internas y externas, para renovar ese pacto. Los gobiernos de Lula y Dilma transcurrieron en un período de retroceso del movimiento de masas y reflujo de las organizaciones de la clase trabajadora.
Si se ganaron las últimas tres elecciones esto fue porque parte de la burguesía se dividió y el PT, el mayor partido de la izquierda electoral, no tuvo la voluntad política de realizar un trabajo de formación política e ideológica. No hubo un proceso de ampliación de la participación popular en los gobiernos del PT, y es por esto que enfrentamos una crisis ideológica y la crisis del modelo de representación que generó las manifestaciones de junio del año pasado.
–En caso de ballottage, ¿cuál será el rol de Lula en la campaña?
–Considero que Lula es importante para fortalecer la identidad del voto por Dilma, en los trabajadores y los más pobres. Lula sigue siendo el mayor líder popular del país, por toda su trayectoria, y por tanto su peso es decisivo. Esto quedó demostrado en las iniciativas, como el acto reciente en Río de Janeiro de defensa de Petrobras como empresa pública, en defensa de que el petróleo sea explotado en beneficio del pueblo.
–¿Cómo imagina un segundo mandato de Dilma?
–Creo que lo que ocurra en el segundo mandato no depende sólo de la voluntad de Dilma, todo presidente depende de la correlación de fuerzas en la que se inscribe su gobierno y la capacidad de movilización social. Como ya dijimos antes, ella deberá cambiar alianzas porque el programa neodesarrollista dejó de ser viable y por eso parte de la burguesía que la apoyó ahora está con Aécio o Marina. Dilma deberá dar respuesta a la demanda de cambios profundos, estructurales en el sistema tributario, en el actual modelo económico de superávit primario que deberá ser cambiado por otro que destine ese dinero a las políticas de educación, salud, vivienda, transporte público de calidad, la reforma agraria.
–Las protestas de 2013 fueron un punto de inflexión, ¿considera que habrá otras?
–Uno puede esperar que se retomen las movilizaciones de masa a favor de los cambios y que la burguesía se oponga a éstos, endureciendo su tono opositor aferrándose a los privilegios que todavía detenta y exigiendo un realineamiento económico con Estados Unidos. El próximo gobierno será un período de disputas y si Dilma no opta por una inflexión clara hacia el cambio tendremos cuatro años de crisis políticas e inestabilidad.
–El MST, los sindicatos y otros movimientos recogieron casi 8 millones de firmas por la reforma política. ¿Cuál es su balance?
–El plebiscito popular fue un acontecimiento de pedagogía política de masas para provocar el debate sobre la reforma política, para superar la crisis de representación que enfrentamos. Luego de esta fase vamos a trabajar por la realización de un plebiscito legal para la concreción de una reforma política a través de una asamblea constituyente. Por suerte, los principales líderes populares como Lula comparten la idea de que sin una constituyente no es posible lograr una reforma política, y sin ella el próximo gobierno va a quedar de manos atadas y el pueblo volverá a salir a la calle, pero más indignado que en 2013.
–Marina Silva emergió como la representante de los disconformes de 2013, pero esa imagen parece haberse derretido. ¿Es así?
–Marina no puede ser considerada una líder popular, con raíces en la lucha de masas, hay que recordar que su trayectoria política fue construida en la vida institucional, ella fue concejal, senadora y ministra. Marina no tiene una formación política lo suficientemente sólida para encabezar un proceso de cambios profundos y por eso su discurso cambia según las circunstancias. Esta inconsistencia hizo que la juventud que la vio como una alternativa ya cambió de voto.
–¿Marina y Aécio Neves son los candidatos de los banqueros?
–Con un capitalismo cada vez más internacionalizado y hegemonizado por el sector financiero y las corporaciones transnacionales, las elecciones están cada vez más influenciadas por representantes del capital internacional. La candidatura de Aécio Neves representa a fuerzas sociales que quieren el retorno puro y simple del neoliberalismo y de la política sumisa con Estados Unidos. Marina representa a fuerzas dispersas con bajo nivel de organización política, y con el clima emocional causado por la muerte del candidato Eduardo Campos (el 13 agosto de 2014) aumentó sus posibilidades pero esto atrajo hacia ella oportunistas de todo tipo, venidos de la derecha, de centro y algunos ambientalistas. No creo en la posibilidad, de una victoria de Marina, porque estimo que no logrará reunir tras de sí a fuerzas sociales y populares suficientes.
....



El papel de Francisco


 Por Darío Pignotti
Usted participará este mes en un encuentro convocado por Francisco, ¿qué balance hace de su papado?
–El papa Francisco está realizando cambios impresionantes en respuesta a la crisis política, ideológica y moral de la cúpula del Vaticano. Que Francisco sea el primer papa americano, del hemisferio sur tiene un peso fundamental. Y Francisco tiene coraje para hacer cambios. El ha valorizado a los movimientos populares de todo el mundo y ahora está organizando un evento para reunir a 100 dirigentes de movimientos populares de todo el mundo, es algo inédito en las estructuras medievales de la Iglesia en el Vaticano. Larga vida a Francisco y sus ideas.

...

La apuesta de Estados Unidos


 Por Darío Pignotti
¿Cuál es la apuesta de Washington en las elecciones?
–El gobierno de Estados Unidos prefiere la derrota de Dilma, no importa ante quien, mientras algunos grupos de interés capitalista, éstos ligados a los Brics, como las empresas constructoras, apuestan a Dilma. Tanto Marina como Aécio van a privilegiar las relaciones prioritarias con Estados Unidos y relegar los procesos de integración regional. La derrota de Dilma sería la derrota de las fuerzas que impulsan los procesos de integración latinoamericana, sería un duro golpe al Mercosur, a Unasur y a la Celac (Comunidad de Estados Latinoamericanos).

-----------

fredag 26 september 2014

Inför MST:s vänners träff i Galicien 24-26 oktober

Situationen för jordreformen i Brasilien enligt MST

Dear Friends of the MST, 

We came to your presence to inform you of some very important recent events that happened in the struggle for Brazilian Agrarian Reform, and the situation in the countryside in general.

In recent years, capital has been implementing the model of agricultural production of agribusiness that we have denounced as perverse to the interests of the Brazilian people. A model based on monoculture, intensive use of poisons that contaminate food, unemployment and the expulsion of the rural population. A model that destroys biodiversity and has serious consequences for the climate balance.

Despite its perverseness, which gives profit only to a minority of farmers and 50 transnational companies that dominate Brazilian agriculture, it achieved hegemony through the media, which influences the government and society claiming that this is the only possible model for production.

Behind this ideological hegemony, protected by the media, also hides landlordism, unproductive, that continues accumulating land with more archaic methods.
Read more.
With this, ongoing in the countryside, is a permanent process of concentration of land ownership as well as the concentration of production of few products. Currently, 85% of all areas are used only for the production of soybeans, corn, sugar cane, eucalyptus and pasture for cattle. Everything is for export.

Yet our people are resisting and resuming mobilizations in the fight for the right to stay and work on the land, for a People's Agrarian Reform that actually democratizes the agrarian structure of the country and a new production model, ensuring healthy food for all people .
  
In recent weeks we have had two very important events, for which we are asking for your support, because as we enter into the fight against landlordism and land concentration, and against this predator model and the exclusive agribusiness model.

Araupel

One of these events was the occupation of an area used by Araupel [Ed. large Brazilian lumber and lumber product company] for the monoculture of pine and eucalyptus in Paraná. On July 17, some 2,500 families of rural workers occupied the Fazenda Rio das Cobras, are area taken illegally by the company, between the municipalities of Rio Bonito do Iguaçu and Quedas do Iguaçu.

Incra [Ed. National Institute for Colonization and Agrarian Reform] in Paraná maintains that the area of about 35,000 hectares [Ed. about 86,500 acres] is public, and that it was  illegally taken in the 1960’s, and which, therefore, should be allocated to the Agrarian Reform.

Conservative sectors of the Paraná politics, particularly Senator Alvaro Dias (PSDB-PR) [Ed. a center-right party], has been the main spokesman for the interests of the company. The region's population knows the truculence of the company, and how it never generated wealth to build cities and towns, on several occasions the local population has expressed support for these lands to be used for Agrarian Reform, generating jobs, income and production of food.

Eunício Oliveira

The other case concerns the Fazenda Santa Mônica, 20 thousand hectares in the municipality of Cocalzinho in Goiás. On the last day August 31, about 3,000 families occupied the farm owned by the senator and candidate for governor of the state of Ceará, Eunício Oliveira (PMDB) [Ed. rightwing party]. According to data collected by the neighbors, the ownership is a result of the expulsion of more than 70 families in the area, and no one knows the total property dominated by the senator.

There are various judicial processes by former residents claiming ownership of their lands, illegally occupied by the Senator. One of the objectives, included in the Pastoral Land Commission (CPT) [Ed. agrarian reform are of the Catholic Church], is to report the case to the Commission on Human Rights in the Senate.

On the other hand, the senator declared in income tax and Electoral Court that these 20,000 hectares are worth only R$ 361,000 [Ed. $154,000]. The poor Senator and young businessman who also owns 91 other farms in several states of Brazil.

There are several reports in the region that witnessed the brutality with which the senator was able to increase his ownership, which certainly was not with the sweat of his brow.

The local judge has granted an eviction injunction. However, the Goiás MST- denounces the promiscuous bonds of the judge with the senator, who used to attend the same parties, in addition to tours of the judge of the senator’s estates.

Now, the governor of Goiás, Marconi Perillo (PSDB), through the commander of the Military Police dispatched to the site of the occupation, made a public commitment that the Military Police will not be used to take actions against the Goiás people. We hope it is not just an electioneering statement and that the rights of the people working on the land will be guaranteed.

Incra has already expressed interested in acquiring the property for purposes of agrarian reform. We challenge the Senate, so anxious to make complaints and CPIs [Ed. congressional investigations], to investigate the origin of the properties that resulted in the Fazenda Santa Monica.

Apodi

The irrigation project in the region Apodi in Rio Grande do Norte, is another emblematic case. In the Northeast, there are many irrigation projects administered by DNOCS [Ed. National Department for Projects Against drought] and Codevasf [Ed. Development Company for the Valleys of San Francisco and Parnaíba], always serving the interests of politicians or businessmen in the exportation of fruit.

It was found that in some of these projects for more than 80,000 vacant lots that could be distributed to the workers who benefited from the reform pf land and water, and produce food for the domestic market. On several occasions President Dilma Rousseff pledged to distribute these lots. But mysteriously the strength of their conservative political allies so far prevented the distribution of these areas.

And the most pathetic case is the Apodi  project where DNOCS expropriated with symbolic values over 300 families of small farmers, and after the installation of irrigation channels, delivered the area to the south entrepreneurs through public announcements, conditioned on the production of bananas and pineapples for export. This project was always oddly sponsored by Congressman Henrique Alves (PMDB-RN).

The trade union and social movement in the region requires that at least the evicted families and other landless families in the region have the guaranteed settlement when the project is ready.

Pesticides and Slave Labor

Some other serious situations affecting all the Brazilian people. One is the increased use of poisons in agriculture that ends at your table. Agribusiness in Brazil became the world's largest consumer of poisons in agriculture. We consume 20% of all world production of poisons, although produce only 3% of all global food production.

Nine transnational companies and one Brazilian company are responsible for this, and accumulate billions of profits every year. Meanwhile, Brazil gets the environmental liability, since the poisons kill biodiversity, contaminate the soil, water, the environment and end up on your table. Atéo National Cancer Institute (INCA) has warned that every year about 540 thousand Brazilians are suffering from cancer, and about 40% of them will die, and that a major cause is contaminated food, or tobacco and alcohol , which is also contaminated.

With regard to human rights, the Federal Police have located and freed slave labor workers in more than 300 farms across the country. But despite the determination of the Federal Constitution, the ruralistas [Ed. rural block in Congress consisting of large landowners] prevented the legislation during the last 12 years of PEC do Trabalho Escravo [Ed. Proposed Constitutional Amendment on Slave Labor which would require the expropriation of land using slave labor], and even approve the draft regulations, no farm was expropriated since 1988 which was found to have slave labor.

Friends,

This is a picture of the most recent and severe cases that affect the lives of workers in the countryside and in the city.

If you are sympathetic to the workers who occupied the Farms of Santa Monica and Araupel, send your message directly to local governors, or you can send your support to the secgeral@mst.org.br and we will resend.

Fraternal greetings,

National Secretariat of the MST

lördag 6 september 2014

Politisk reform i Brasilien

Folkrörelserna i Brasilien har nu arbetat hårt för en omröstning kring kravet på att rösta fram en speciell församling för att göra en politisk reform i Brasilien. En speciell församling eftersom man inte tror att kongressen kommer att göra denna reform, eftersom den hotar deras egna privilegier. Dilma stöder detta förslag medan hennes motståndare Marina är emot

Lennart

PLEBISCITO POPULAR ATRAI PÚBLICO ACIMA DA EXPECTATIVA EM PARIS


 Por MARILZA DE MELO FOUCHER - de Paris

 [1]

Integrantes do movimento em favor da convocação de uma Assembleia
Constituinte colhem o voto de brasileiros, em Paris

O CORREIO DO BRASIL esteve, nesta quinta-feira, em frente à
representação diplomática do país, nesta capital, para medir a
temperatura da mobilização da comunidade brasileira em torno
doPLEBISCITO Popular por uma Assembleia Constituinte. Desde
segunda-feira até domingo, no feriado brasileiro de 7 de Setembro,
sabe-se que todos os nacionais foram chamado a se manifestar, com base
no princípio de que “o poder emana do povo”.

Decide-se por uma Assembleia Constituinte Exclusiva para se fazer a
reforma político-eleitoral. Tal convocatória representa uma
oportunidade em que o povo brasileiro, em urnas abertas espontaneamente
pela sociedade civil em sindicatos, escolas, prefeituras, câmaras,
praças e nos mais variados locais, poderá se manifestar diante desse
tema que, infelizmente, o Congresso Nacional recusa-se a tratar há duas
décadas, no mínimo. Mesmo sabendo que o voto online [2] é a melhor
solução, para os organizadores da Constituinte, em Paris, é
importante ter o contato direto com a comunidade brasileira, por esta
razão eles colocaram uma urna na calçada do Consulado Geral do Brasil
em Paris (no número 65, da Avenue Franklin Roosevelt, 75008), após uma
tentativa vã de obter permissão para usar uma sala do prédio
público.

O comitê organizador de Paris reúne 17 pessoas, na maioria jovens
estudantes que vêm fazer mestrado, doutorado, pós-doutorado aqui na
França. Há também militantes ligados aos partidos de esquerda e
movimentos sociais como o PT e o PSOL. O CDB conversou com três
militantes da organização: Carla Sanfelici, Franciele e Francine
Legelski. Elas dizem que a discussão sobre a Constituinte Exclusiva
para a reforma política é a ocasião certa para explicar aos
brasileiros que vivem em Paris o modo de funcionamento do Legislativo
brasileiro é a melhor forma de democratizar as instituições da
República.

Segundo Carla Sanfelici, a Constituinte Exclusiva é a melhor solução
para evitar alianças escabrosas aos governos de coalizão, feitos para
garantir certa governabilidade. Como afirmaram, este é o melhor momento
para fazer pressão, tendo em vista as eleições presidenciais. Os
militantes na campanha pela Costituinte, aqui em Paris, previam que o
número de votantes seria em torno de 150 pessoas, mas o objetivo até
domingo foi cumprido ao longo desta quinta-feira. O fato revigorou a
mobilização e eles esperam que, no Brasil, a campanha seja também
intensa e vitoriosa.

O comitê vai aproveitar festival _Lavage de La Madeleine – Marché
Brésilién_ (na Place de la Madeleine), nesta sexta-feira e no
sábado, à partir das 13 horas, para buscar o voto dos brasileiros. Os
organizadores também estarão presentes no _Grand Defilé Lavage de La
Madeleine_ (na Place de la République), no domingo, a partir das 11h,
e em seguida na Église de la Madeleine, a partir das 15h30. Essa
manifestação é o maior evento brasileiro em Paris [3].
 [4]

A comunidade brasileira está mobilizada, em Paris, para grandes
questões sociais, como a convocação para uma Assembleia Constituinte
pela Reforma Política

Outro local em que os brasileiros podem votar:

• Studio de l’Ermitage (8 rue de l’ermitage – 75020) Dia 6/9,
sábado a partir das 20h.
 (Os militantes pela Constituição estarão presentes também no templo
Evangélico Pão da Vida e na Igreja Católica Sacré-Coeur).

Ao perceber que haveria urnas nas igrejas, uma evangélica e outra
católica, o CDB perguntou, de modo provocativo, se esta igreja era a
mesma da candidata à Presidência da República Marina Silva (PSB/Rede
Sustentabilidade). Os organizadores foram uníssonos em afirmar que
“não!”. Trata-se de uma igreja que defende os homossexuais e a
liberdade de expressão. E que nenhum deles concordava com Marina.
Trata-se, segundo afirmaram, de uma igreja aberta às pautas que Marina
condena.

Carla Sanfelici disse, então, que a igreja à qual a candidata Marina
está ligada, e nem a própria Marina, declararam-se oficialmente a
favor do _Plebiscito_ Popular, enquanto a presidenta Dilma Rousself
apóia e já declarou que irá votar por uma Assembleia Constituinte
Exclusiva [5]. Assim como a Luciana Genro. Segundo Francine Legelski a
presidenta e candidata do PT sairia ganhando se declarasse, desde agora,
ser favorável a uma nova Constituição.

Segundo os organizadores, uma vez realizada a Constituinte pela Reforma
Política, as eleições deixarão de ser centradas em pessoas e
passarão a ser um debate de ideias e de programas políticos, o que
fortalece a sociedade brasileira, com um verdadeiro sentido ao sistema
democrático.

MARILZA DE MELO FOUCHER _é economista, jornalista e correspondente
do_ CORREIO DO BRASIL _em Paris_.

onsdag 20 augusti 2014

23 döda i år

CPT, den kyrkliga organisationen för stöd åt småbönder varnar för att våldet på landsbygden ökat. Veckan 10-17 augusti dödades fyra bönder i olika delar av landet, tre av dem kvinnor. Hittills i år har 23 lantarbetande dödats i konflikter om jorden. Under 20 dagar i juli mördades 7 personer

onsdag 13 augusti 2014

MST och valet i oktober

Jag är fräck och sänder vidare denna text på portugisiska. Den handlar om hur MST ser på det kommande valet i oktober  i Brasilien. Man går ut med fem punkter. Den första är mest intressant, man vill att det skall väljas en konstituerande församling för att genomföra en reform av den politiska apparaten. Skälet att man vill ha en egen församling för detta är att de nuvarande parlamentarikerna har så mycket fördelar av systemet att de hindrar alla förändringar mot ett mer demokratiskt styrelseskick, mindre korrumperat

Dessutom nämns en jordreform, kultur och utbildning på landsbygden och en plan för produktion av hälsosamma livsmedel, utan gifter. Allra sist talar man om att bygga ett folkligt projekt för Brasilien, vilket ofta är ett annat sätt att tala för socialism.

Man är negativ till nyliberalismen och neodesenvolvimentismo (svårt att översätta men den nuvarande regeringens tillväxtpolitik) Man är mot bägge, men främst nyliberalismen och vill ha en dialog med alla partier som ställer upp på de fem punkterna nedan, alltså inte bara PT

Política [1]

ELEIÇÕES, MUDANÇAS ESTRUTURAIS E REFORMA AGRÁRIA

publicado em 8 de agosto de 2014 às 12:33

_João Paulo Rodrigues, da  direção nacional do MST_

ELEIÇÕES GERAIS, MOMENTO DE DEBATE DAS MUDANÇAS ESTRUTURAIS E REFORMA
AGRÁRIA

por JOÃO PAULO RODRIGUES, No Escrevinhador [2]

Chegaram as eleições e junto com elas um grande debate sobre os
problemas do Brasil. As candidaturas iniciaram a apresentação dos
programas de governo, com várias promessas de medidas para resolver as
questões do país, desde os problemas nos bairros até o aquecimento
global.

Esse é um dos momentos mais ricos da democracia para se debater sobre
os vários problemas existentes no Brasil. É também uma oportunidade
para criticarmos e apresentarmos propostas aos candidatos sobre o que
nós, trabalhadores e trabalhadoras, queremos para a Brasil.

Hoje, temos uma população de aproximadamente 50 milhões de
brasileiros que vivem no campo e nas pequenas cidades do interior, cuja
renda principal tem origem na agricultura familiar camponesa. No
entanto, infelizmente, o tratamento dado pelo Estado e pelos governantes
está aquém do que precisamos para a melhoria da vida dos camponeses.

Às vésperas desse momento importante da democracia, com as nossas
bandeiras erguidas nas lutas, queremos fazer um amplo debate com toda a
sociedade sobre a necessidade da Reforma Agrária, como uma medida para
democratizar o acesso a terra e, ao mesmo tempo, garantir que a
agricultura brasileira não seja somente um depósito de venenos ou
símbolo de produção de commodities para exportação – sem gente,
sem animais e sem vegetação. Ou seja, um agricultura de máquinas.

A nossa tarefa, dos movimentos populares do campo, é fazer o bom
combate nessas eleições: debater com a sociedade e com os candidatos
qual é o melhor projeto para a agricultura brasileira.

Assim, vamos fazer a disputa das ideias junto aos trabalhadores do campo
e da cidade, fortalecendo as candidaturas de deputados federais e
estaduais, governadores e senadores que estejam comprometidos com o
nosso programa de Reforma Agrária e com as reivindicações dos Sem
Terra e dos camponeses.

Frente a essa conjuntura eleitoral, precisamos defender alguns pontos
nestas eleições e apresentar as nossas propostas a todos os candidatos
e candidatas do campo popular.

1- LUTA POR UMA CONSTITUINTE EXCLUSIVA DA REFORMA POLÍTICA

Não podemos admitir que o Congresso Nacional tenha 176 deputados que se
intitulam como representantes do agronegócio. Por outro lado, somente 7
deputados se declaram representantes dos camponeses sem-terra e, do
total, apenas 8% são mulheres. Essa realidade só mudará com uma
reforma do sistema político, que não será feita por um Congresso que
se sustenta no financiamento privado de campanhas. A sociedade precisa
intervir nesse processo, por meio da construção de uma Assembleia
Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político.

2- DEMOCRATIZAR A TERRA PARA OS SEM TERRA

Precisamos encampar a bandeira da democratização das terras
brasileiras. Não podemos admitir que as melhores terras agricultáveis
estejam a serviço das grandes transnacionais da cana-de-açúcar,
eucalipto e da soja, em sua maioria sob controle do capital estrangeiro.
Estão em disputa 60 milhões de hectares de terras agricultáveis no
Brasil, que podem ser destinados para a Reforma Agrária ou ser
comprados por estrangeiros a qualquer momento. É importante que o
governo federal organize um plano de desapropriação de latifúndios e
garanta terra para todas as famílias acampadas, além da demarcação
das terras indígenas e garantia do direto dos quilombolas e de seus
descendentes.

3-POR UM PLANO DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS SADIOS

O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Os pequenos
agricultores podem produzir alimentos de qualidade sem agrotóxicos para
abastecer o mercado brasileiro, preservando a biodiversidade e
garantindo uma diversificação de alimentos necessários para o
equilíbrio alimentar. Diante disso, precisamos aumentar a capacidade da
Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a aquisição dos
produtos da Reforma Agrária e garantir que as prefeituras comprem esses
alimentos para a merenda escolar.

A União, os estados e os municípios devem ser parceiros dos pequenos
agricultores, por meio de um conjunto de políticas públicas,
agroindústrias, políticas de crédito, proteção e desenvolvimento
das sementes, assistência técnica e capacitação para contribuir na
organização da produção de alimentos. Assim, propomos a criação de
uma empresa estatal para atender essa demanda.

4-EDUCAÇÃO E CULTURA NO CAMPO, COMO UM BOM LUGAR DE SE VIVER

As áreas rurais brasileiras não podem ser somente um lugar de
produzir. Não podemos tratar o campo como se fosse uma grande fábrica
de grãos. Precisamos que as áreas rurais sejam um bom lugar de se
viver e, para isso, o Estado precisa consolidar políticas públicas que
garantam qualidade de vida no campo. De início, reivindicamos que se
pare imediatamente o fechamento de escolas do campo. Nos últimos 15
anos, mais de 20 mil escolas foram fechadas. Precisamos de internet de
qualidade, centros culturais, escolas infantis, transporte público,
equipamentos e infraestrutura para práticas esportivas, além de
políticas de publicidade para publicações com centralidade na vida do
povo do campo.

5-CONSTRUIR UM PROJETO POPULAR PARA BRASIL

Na nossa avaliação, a disputa eleitoral principal está entre
neodesenvolvimentismo e neoliberalismo. Não estamos representados por
nenhum desses projetos, mas é importante derrotarmos o neoliberalismo e
toda a direita conservadora que o apoia. Diante disso, precisamos
debater e construir um campo político em torno de uma plataforma de
reformas estruturais que seja dirigida e hegemonizada pelo campo
popular, que permitirá resolver os problemas sociais da classe
trabalhadora e, ao mesmo tempo, acumular forças para as
transformações profundas do Estado brasileiro e elevar o nível de
consciência política e cultural da classe trabalhadora.

Acreditamos que o momento é propício para fazermos um bom debate com
todas as forças populares e de esquerda, com os partidos que ainda
acreditam na Reforma Agrária como forma de construir uma sociedade mais
justa e igualitária. E por fim, independente de quem ganhar as
eleições, precisamos nos preparar por que o próximo período será de
muitas lutas.

JOÃO PAULO RODRIGUES É INTEGRANTE DA  DIREÇÃO NACIONAL DO MST,
FORMADO EM CIÊNCIAS SOCIAIS E MEMBRO DO GRUPO DE CONJUNTURA DA
FUNDAÇÃO PERSEU ABRAMO
__._,_.___

-------------------------
 Enviado por: "srimst@mst.org.br"  
-------------------------

  Responder através da web [3]
  *

  *
  através de email
  *
  Adicionar um novo tópico [4]
  *
  Mensagens neste tópico [5] (1)

 Grupos Europa MST é um espaço de trabalho e coordenação dos Grupos
de Amig@s europeus do MST

 Visite seu Grupo [6]

 [7]
 * Privacidade [8] * Sair do grupo * Termos de uso [9]

.

__,_._,___

Links:
------
[1] http://www.viomundo.com.br/politica
[2] http://www.revistaforum.com.br/rodrigovianna/plenos-poderes/eleicoes-gerais-momento-de-debate-das-mudancas-estruturais-e-reforma-agraria.html
[3] https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/grupos_europa_mst/conversations/messages/487;_ylc=X3oDMTJwajBiZGYxBF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzE2NTM0MTg5BGdycHNwSWQDMjEzNzExMjU2NQRtc2dJZAM0ODcEc2VjA2Z0cgRzbGsDcnBseQRzdGltZQMxNDA3Nzg3Njgw?act=reply&messageNum=487
[4] https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/grupos_europa_mst/conversations/newtopic;_ylc=X3oDMTJmcG1pN2gxBF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzE2NTM0MTg5BGdycHNwSWQDMjEzNzExMjU2NQRzZWMDZnRyBHNsawNudHBjBHN0aW1lAzE0MDc3ODc2ODA-
[5] https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/grupos_europa_mst/conversations/topics/487;_ylc=X3oDMTMzMXZzZjQ3BF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzE2NTM0MTg5BGdycHNwSWQDMjEzNzExMjU2NQRtc2dJZAM0ODcEc2VjA2Z0cgRzbGsDdnRwYwRzdGltZQMxNDA3Nzg3NjgwBHRwY0lkAzQ4Nw--
[6] https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/grupos_europa_mst/info;_ylc=X3oDMTJmNnM4cGVmBF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzE2NTM0MTg5BGdycHNwSWQDMjEzNzExMjU2NQRzZWMDdnRsBHNsawN2Z2hwBHN0aW1lAzE0MDc3ODc2ODA-
[7] https://br.groups.yahoo.com/neo;_ylc=X3oDMTJlZGM3MmhpBF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzE2NTM0MTg5BGdycHNwSWQDMjEzNzExMjU2NQRzZWMDZnRyBHNsawNnZnAEc3RpbWUDMTQwNzc4NzY4MA--
[8] https://info.yahoo.com/privacy/br/yahoo/groups/details.html
[9] https://info.yahoo.com/legal/br/yahoo/utos/terms/